Bailar com a alma

ar (2)Uma das primeiras coisas que falo às alunas é que dança cigana não é uma dança de coreografia. É uma dança de alma. Claro que existem certos jeitos de bailar e os movimentos próprios que vamos aprimorando com o tempo. Mas sempre digo: a dança tem que vir do seu prazer, e não ser uma dança decorada. Às vezes, as alunas se sentem como se estivessem perdidas, pois durante a música, lembram-se apenas dos mesmos movimentos. E quando insistem em apenas se lembrar dos movimentos, o bailado fica tenso, sem o prazer de se entregar ao bailado. Por isso, às vezes indico vídeos de bailaoras que não usam movimentos muito diversificados, mas se entregam na dança de maneira encantadora.
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Véu cigano

Cigana com pandeiro (17)

Cigana do Leste Europeu com lenço na cabeça.

Como existem diversos grupos ciganos, é muito difícil dizer categoricamente “tal costume cigano é assim”. Eles podem variar a cada clã. No entanto, é possível identificar alguns costumes que se assemelham entre eles. Como o uso do véu ou diklô para as mulheres.
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Kalbeliya, a dança cigana indiana

Por volta de 1300 anos atrás, quando o Islã invadiu a Índia, as tribos do noroeste do país (Punjab, Gujerat, Rajastão) escaparam dos invasores islâmicos e foram em direção ao oeste da Ásia Central, Norte da África e Europa, e a maioria nunca retornou para a Índia. As tribos guerreiras que permaneceram na Índia continuaram lutando pela liberdade contra o Islã, mas acabaram derrotadas. Há uma teoria que diz que na Europa, essas tribos teriam sido chamadas de ciganos.

Por Eric Roux-Fontaine

Por Eric Roux-Fontaine


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