Sobre a dança cigana e a coreografia

Brigitte AngelO post de hoje é apenas a referência ao texto de minha grande amiga e irmãzinha, Jade Amud, sobre sua conversa com Nicolas Ramanush, presidente e fundador da Embaixada Cigana do Brasil – Phralipen Romani.

‘”(…) a dança cigana é relembrada com os antepassados e não se aprende, desenvolve-se”. E deixar claro o seu apelo para aqueles que realizam coreografias com a dança cigana, que isto não é dança cigana, mas dança em estilo cigano. As professoras de dança cigana devem, antes de se preocuparem somente com a técnica, preocuparem-se com sua espiritualidade (não com religião) e com as culturas ciganas. Sendo que, ainda nas palavras de Ramanush, em seu livro Dosta! Atrás do Muro Invisível, de 2012, “a expressão de uma verdadeira dança cigana não se encontra em coreografias, e sim na emoção com a qual a cigana realiza a mesma.” (RAMANUSH, p.103).’

E agora, deixemos de conversa e vamos bailar com a alma!

Brigitte Angel

Texto original: aqui.

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